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Alento #2

26/09/2008

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FÔLEGO
(…)
Guardar o fôlego, modulá-lo, domá-lo – eis a verdadeira arte eólica. Redistribuí-lo, proporcionar com equidade as suas benfeitorias, administrar esse espírito de vida aos recessos mais íntimos do mundo, animar tanto o que é visível como o que é subterrâneo.
Espalhar a harmonia.
Entre o alto e o baixo há um espaço de sintonia, de vibração.
Há como que vozes, no grandioso como no ínfimo.
Há uma toada desconhecida no restolho que os ventos levantam.
O universo é uma reiterada estridência.
É som.

in Alento – Danças Ocultas

textos de Jorge P. Pires
fotos de Duarte Belo
© Assírio & Alvim 2003

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