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Alento #5

22/10/2008

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PRANA

Não é possível esquecer os saberes da Índia, onde frutificaram e se aperfeiçoaram muitas e excelentes técnicas para controlar o corpo e a mente através da respiração. A importância do tempo é nelas uma das constantes. Apurar o ritmo vital é, antes de mais, aprender a dominar o fôlego, o alento.
(…)
Porque o prana controla os cinco vectores fundamentais do universo – o etéreo, o aéreo, o luminoso, o líquido e o sólido – e, quando absorvido correctamente pelos canais subtis do corpo, repara e afeiçoa as suas cinco regiões vivificantes: o peito, repositório da energia absorvida; a região superior, associada à palavra, à consciência e à meditação; a região intermédia do plexo solar, que é a da nutrição e da digestão; o abdómen inferior, de onde se expulsa o sopro que sai (apana); e finalmente a circulação, espalhando as influências benfazejas até ao âmago do organismo e em todos os seus pontos astrais.
Para conseguir a concentração necessária a tal desafio, para entender as múltiplas circunvoluções do prana, também aqui é essencial recorrer ao som, que é a forma vibrátil da respiração.

in Alento – Danças Ocultas

textos de Jorge P. Pires
fotos de Duarte Belo
© Assírio & Alvim 2003

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